segunda-feira, 14 de junho de 2010

Reflexão sem referência

Não importa se estamos felizes ou tristes, o mundo não para por isso...

Somos escravos do individualismo, do egoísmo que impera nesta sociedade capitalista, globalizada e ao mesmo tempo tão hipócrita.

Com o tempo aprendemos a realidade da vida, que de cor de rosa, não tem nada, ela é toda em tons de cinza, mas o cinza também é moda.

Por isso, precisamos buscar no fundo de nossa existência os recursos necessários à nossa sobrevivência para não sucumbirmos na imensidão de nossas fraquezas e incertezas.

É preciso,ver tudo isto sobre a ótica do otimismo, da ilusão que aprendemos lá na infância e que não morre dentro de nós.

Cada vez que nos decepcionamos
A oportunidade nos é dada, para
que possamos superar a sensação
de desamparo.
E isto é muito sério, porque torna-se
fato que prazer e desprazer caminham
lado a lado e se completam.
Neste sentido, o desamparo coloca o sujeito em, pelo menos, dois caminhos: De um lado, dá condição para luta, para o crescimento; de outro, pode estacionar, paralisar, aprisionar, enfraquecendo-se de recursos internos.